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Desnutrição no Idoso

Desnutrição no Idoso

O envelhecimento é um processo complexo, gradual e irreversível, comum a todos os seres vivos, em que ocorre deterioração endógena das capacidades funcionais do organismo. O envelhecimento é um processo complexo, gradual e irreversível, comum a todos os seres vivos, em que ocorre deterioração endógena das capacidades funcionais do organismo. Este processo é dinâmico e progressivo, levando a alterações morfológicas, funcionais, bioquímicas e psicológicas. 

Algumas destas alterações refletem a instabilidade nutricional que os indivíduos idosos apresentam, nomeadamente a variação da percentagem de massa corporal com aumento da massa gorda e redistribuição da mesma, a diminuição da massa magra (ossos, órgãos, pele e músculo – estando a perda deste relacionada com a função fisiológica, força e mobilidade) e outras que traduzem possíveis causas que justificam a suscetibilidade dos idosos à desnutrição, como a diminuição da produção de saliva, esvaziamento gástrico lento (resultando em saciedade precoce), alterações hormonais (como aumento da colecistoquinina ou diminuição da grelina), alterações sensoriais, diminuição dos recetores opióides e a diminuição da massa magra (massa muscular ou óssea, essencialmente na mulher). 

A população mundial tem vindo a envelhecer. Isto deve-se ao aumento da esperança média de vida, a diminuição da natalidade, a melhoria dos padrões de vida, dos cuidados de saúde e da tecnologia em medicina e da melhor acessibilidade aos mesmos. 

Na União Europeia, o índice de envelhecimento em 2013 era de 117.7 idosos por cada 100 jovens com idade inferior a 15 anos, sendo que a Alemanha liderava a tabela com um valor de 158.5 e a Irlanda tinha o índice mais baixo, de 56.7. Portugal encontrava-se em 5º lugar, com um índice de 133.59. Em 1961, o índice de envelhecimento no nosso país era de 27.7 idosos por cada 100 jovens, tendo este valor evoluído para 138.6 em 2014. 

Os idosos apresentam muitas vezes um défice de proteico na sua alimentação. Isto ocorre devido a uma combinação de consumo deficitário e de necessidades aumentadas que se verificam nesta faixa etária. E, de facto, o consumo proteico diminuto consegue, de forma independente, prever um estado de fragilidade generalizada e de diminuição de massa óssea. Esta perda de massa muscular, além do impacto que tem na capacidade funcional do indivíduo, também limita a resposta homeostática face a processos catabólicos, por reduzir a reserva proteica muscular. 

A desnutrição no idoso trata-se de uma situação de elevada prevalência que ocorre quando há um desequilíbrio do aporte nutritivo de macro e micro nutrientes, principalmente calórico-proteico, acompanhada por fenómenos de degenerescência de um ou vários órgãos. É um importante preditor de morbimortalidade, estando associada a um risco aumentado de complicações, a um aumento do tempo de internamento e custos de saúde acrescidos. A desnutrição é também um fator de risco para a deterioração cognitiva, em particular défices de micronutrientes, como de tiamina, ácido fólico e de vitamina B12. Encontrou-se uma relação entre padrões alimentares desequilibrados e um aumento do risco de demência e declínio cognitivo. Sendo a desnutrição no idoso de etiologia multifatorial, existem muitas variáveis que levam a uma diminuída ingestão alimentar. Entre estes encontram-se fatores fisiológicos associados ao envelhecimento, fatores autolimitantes (como diminuição do apetite, patologia de base, problemas orais, depressão, disfagia, problemas cognitivos, isolamento, dificuldades de transportes, aumento do limiar sensitivo – no que toca a sede, por exemplo), fatores psicológicos, limitações associadas às refeições (inflexibilidade de horários de alimentação, refeições não apelativas, dificuldade em arranjar comida) ou barreiras institucionais (interrupções da refeição, assistência inadequada, odores desagradáveis ou comportamentos desadequados). 

Para recuperar de um estado de saúde debilitado devido à desnutrição é imperativo proceder a modificações dietéticas e do estilo de vida, nomeadamente relacionadas com a atividade física e com os hábitos tabágicos. Uma nutrição adequada é um pré-requisito para um bom estado funcional, pelo que, sendo deficiente, tem de ser obrigatoriamente corrigida de forma a recuperar a sua qualidade de vida. Está provado que uma boa nutrição reduz a mortalidade, tempo de hospitalização e o prognóstico em caso de doença. 

No que toca à dieta acompanhada pelo nutricionista, não é apenas necessário adequar o aporte proteico e energético, que deverá ser de pelo menos 30-33 kcal/kg/dia e de 1-1,2g proteína/kg/dia em idosos, como é necessário também garantir que não existam carências nutricionais específicas e é também preciso ter em atenção a qualidade da dieta. Um estudo provou que ao substituir-se apenas 5% do teor de gorduras saturadas por gorduras insaturadas, diminui-se o risco de doença coronária em 42% e que, se substituir hidratos de carbono por gorduras mono ou polinsaturadas também se reduz o risco cardiovascular, por se melhorar a sensibilidade da insulina, a agregação plaquetar, diminuir os fatores inflamatórios e melhorar as arritmias cardíacas. Uma dieta mediterrânea, com consumo abastado de frutas, vegetais, alimentos ricos em ómega-3 e cereais integrais, diminui o risco de desenvolver AVC hemorrágico, doença coronária, diabetes e demência. Também o consumo de vitaminas C, E e de betacarotenos parece proteger contra o declínio cognitivo. 

A perda involuntária de peso no idoso está intimamente associada à perda de massa muscular, e é compreendida essencialmente por três fases: diminuição da ingesta, sarcopenia e caquexia. A primeira ocorre por um défice proteico-energético, manifestando-se como anorexia e podendo ser revertida por um consumo energético e proteico adequado. 

No caso de não conseguirmos alcançar os objetivos nutricionais através da alimentação oral, pode recorrer-se à utilização de suplementação nutricional, que é indicada, segundo a ESPEN, em todos os doentes desnutridos ou em risco de desnutrição que não conseguem atingir as suas metas apenas através da dieta. Esta medida aumenta o consumo de macronutrientes (proteínas, hidratos de carbono e gordura) e micronutrientes (vitaminas e minerais) e, assim, melhora a capacidade funcional do indivíduo, reduz a mortalidade, ajuda a contrariar a desnutrição proteico-energética, ajuda na reabilitação física e psicológica na maioria dos casos e tem melhores resultados quando associada a exercício físico. 

É neste contexto que surge o Conproteico, suplemento alimentar rico em proteína de origem vegetal, vitaminas e minerais essenciais à manutenção das mais básicas funções orgânicas bem como a manutenção da massa muscular e capacidade funcional do indivíduo.



CONPROTEICO

- Rico em proteína vegetal
- Alto teor de vitaminas e minerais
- Baixo teor de glúcidos e lípidos (gorduras) 
- Fácil de digerir
- Miscível em água, sumos naturais, batidos e cremes de legumes e pode enriquecer receitas de panquecas e bolos












COMPOSIÇÃO EM ACTIVOS:


AGENTES BIOACTIVOS: 

Proteínas vegetais (de soja) - 80%: As proteínas são o material básico de todas as coisas vivas. Formadas por uma cadeia de aminoácidos, são moléculas essenciais para manter a estrutura e funcionamento de todos os organismos vivos e podem ter diferentes propriedades e funções. Regulam a contração muscular, a produção de anticorpos e a expansão e a contração dos vasos sanguíneos para manter a pressão normal. Dos 20 aminoácidos necessários, o nosso organismo não consegue fabricar 9, sendo estes necessários para um funcionamento óptimo. 

Um consumo elevado de proteínas animais é frequentemente equivalente a um consumo elevado de gordura; já as proteínas da soja são as proteínas vegetais de mais alta qualidade disponíveis: a soja é a única fonte vegetal que contém todas as proteínas e fornece todos os 9 aminoácidos essenciais. Além disso, a proteína de soja tem uma acção prolongada e é metabolizada lentamente. Na realidade, as fontes proteicas de origem vegetal são muito mais económicas e ecológicas. São saborosas e melhores para a saúde por não causarem ácido úrico, uma vez que não contêm os resíduos que o formam, genericamente denominados por purinas. Outra vantagem é que os vegetais são ricos em fibras alimentares e as fontes vegetais de proteínas fornecem nutrientes importantes, como hidratos de carbono e fitonutrientes, que previnem algumas doenças. A proteína de soja é ainda capaz de reduzir os níveis de LDL – Colesterol (mau colesterol) no sangue, ajudando a prevenir o risco de doenças cardiovasculares. 

A soja é um alimento completo, o que faz com que os nutrientes da mesma sejam altamente recomendados para a prevenção de diversas doenças (doenças cardiovasculares, doenças renais, hipertensão, diabetes, osteoporose). A baixa incidência dos sintomas da menopausa nas mulheres japonesas também tem sido atribuída aos hábitos alimentares de consumo de soja. 

Aminoácidos - 2%: Aminograma (aprox. por 100 g de proteínas): Lisina (4,0 g), Ácido Aspártico (5,7 g), Arginina (7,6 g), Trionina (1,8 g), Serina (3,1 g), Ácido Glutâmico (10,3 g), Prolina (6,0 g), Glicina (8,2 g), Alanina (6,0 g), Cisteína (0,8 g), Valina (2,4 g), Metionina (0,8 g), Leucina (2,9 g), Isoleucina (1,3 g), Tirosina (0,8 g), Fenilalanina (2,3 g), Histidina (0,8 g) e Triptofano (0,6 g). 

Os aminoácidos são indispensáveis à manutenção e reparação dos músculos, tendões, pele, ligamentos, glândulas, unhas e cabelo. Auxiliam a produção de hormonas (como a insulina), dos neurotransmissores (substâncias químicas que transportam as mensagens ao cérebro), de vários fluidos do corpo e das enzimas que desencadeiam funções orgânicas. 

Levedura cerveja - 8%: A Levedura de Cerveja (Saccharomyces Cervisae Meyer) é um produto natural com uma composição química extremamente rica e com elevado interesse biológico. É considerada um alimento proteico, rico em minerais e em todas as vitaminas do grupo B, especialmente B1, B2 e B3. De salientar também cerca de 8% de oligoelementos: cálcio, ferro, magnésio, sódio, potássio, fósforo e enxofre. Este produto revela-se, assim, como um importante reconstituinte e fortificante, ajudando a reduzir os níveis de colesterol (principalmente combinada com a lecitina). Desta forma, podemos atribuir variadas funções à levedura de cerveja: ela é por um lado um poderoso agente de desintoxicação pelo seu glutato: factor de óxido-redução celular, indispensável à respiração celular e portanto, contribuindo para o desenvolvimento de defesas orgânicas (alto conteúdo em vitaminas). Por outro lado, tanto é o alimento de doentes como de saudáveis, pela sua luta eficaz contra a obesidade, celulite, ou inversamente contra a fraqueza e debilidade, pelas suas capacidades de regularização das funções de assimilação e nutrição em geral. 

Glúcidos - 6% 

Lípidos vegetais - 1% 

Vitaminas (por 100 g): Retinol (Vitamina A – 4,8 µg), Tiamina (Vitamina B1- 150 mg), Riboflavina (Vitamina B2- 28 mg), Ácido Ascórbico (Vitamina C – 80 mg), D-Alfa-tocoferol (Vitamina E - 80 mg) e Niacina (Vitamina PP - 350 mg). 

  • Vitamina A: A vitamina A ou retinol é um micronutriente pertencente ao grupo das vitaminas lipossolúveis, portanto só é absorvida na presença de lípidos (gordura), bilis e suco pancreático. A vitamina A pode ser encontrada no tecido animal sob a forma de retinóides ou como pró-vitamina em tecidos vegetais, sob a forma de carotenoide. No organismo humano esta vitamina pode ser encontrada de três formas, o retinol, retinal e o ácido retinóico, sendo o último o principal e mais abundante metabólito intracelular em mamíferos. As diferentes formas da vitamina A desempenham várias funções no organismo humano: Ciclo Visual - O retinal, forma oxidada da vitamina A, é de vital importância no ciclo visual, atuando nos bastonetes, células que funcionam com baixa intensidade de luz insensíveis às cores, contribuindo assim para uma boa visão noturna; Diferenciação Celular - O ácido retinóico é encontrado no interior das células, onde desempenha funções relacionadas ao ciclo celular, modulando a expressão gênica, produzindo alterações biológicas significativas através de ativação génica, transcrição, tradução e acumulação de novas proteínas; Outras funções estão relacionadas com o desenvolvimento dos ossos, ação protetora na pele e mucosa, possui função essencial na capacidade funcional dos órgãos do trato reprodutivo (reprodução e lactação normais), participa do fortalecimento do sistema imunológico, com maior resistência às infecções das vias respiratórias e urinárias, contribui para o desenvolvimento normal dos dentes e conservação do esmalte dentário, manutenção do bom estado do cabelo e na prevenção da oxidação celular através dos carotenoides pró-vitaminicos A, que atuam como fontes desta vitamina. A hipovitaminose A, ou seja, a deficiência de vitamina A, acarreta xeroftalmia, cegueira e pode levar a Infecções frequentes, o que resulta na morte de milhares de pessoas no mundo, principalmente crianças, constituindo um dos principais problemas nutricionais de populações de países em desenvolvimento. 

  • Vitamina E: É uma vitamina lipossolúvel, composta por substâncias denominadas tocoferóis. Nutriente de importância vital com propriedades antioxidantes naturais, ajudando no combate aos radicais livres para que as estruturas celulares, possam receber mais oxigénio e assim obter maior resistência à fadiga, ao mesmo tempo que proporciona um melhor funcionamento dessas mesmas estruturas. A vitamina E oferece inúmeros benefícios, incluindo protecção contra doenças cardíacas, cancro e outras doenças. Tem como algumas das suas atuações específicas: normal funcionamento da glândula pituitária, controlo do índice de colesterol, prevenção do envelhecimento precoce, normal fluxo sanguíneo para o coração, fertilidade e protecção pulmonar. 

  • Vitamina C: É uma vitamina hidrossolúvel (solúvel em água), essencial ao bom funcionamento do organismo, nomeadamente pela sua intervenção numa série de reacções metabólicas, na síntese de neurotransmissores e hormonas, actua também como antioxidante (protege a célula do dano celular e do envelhecimento precoce), interfere na formação do colagénio (importante para o crescimento e regeneração das células), aumenta a absorção intestinal do ferro e reforça o sistema imunitário. Mas esgota-se rapidamente em situações de stress, e por exemplo fumadores e pessoas idosas têm maior necessidade desta vitamina. Alguns benefícios desta da vitamina C são: contribuir para redução do nível de colesterol no sangue; prevenção de um grande número de infecções virais e bacterianas, aumentando globalmente o sistema imunitário; protecção contra os agentes cancerígenos; atuar como laxante natural; diminuir o risco de tromboses venosas; prevenção da constipação vulgar; permitir a coesão das proteínas celulares; neutralizar o efeito de certas substâncias causadoras de alergias. 

  • Vitaminas do complexo B - Estas vitaminas actuam, em conjunto, em diversas funções do organismo, sendo necessárias como co-factores de muitas reacções enzimáticas e ajudando o corpo a converter os alimentos em energia. Todas as vitaminas do Complexo B não são armazenadas no organismo e devem ser renovadas com regularidade (alimentos ou suplementos). As vitaminas do complexo B, de uma forma geral, ajudam a garantir os níveis dos neurotransmissores e, por isso, afectam positivamente o humor, o comportamento e o raciocínio. 

  • Vitamina B1: Também denominada como Tiamina, tem a capacidade de fortalecer o sistema imunológico, melhorar a capacidade de memória e do corpo para resistir a condições de stress. É uma vitamina hidrossolúvel e facilmente absorvida. Das suas funções poder-se-á enumerar o facto de ser uma coenzima de várias enzimas essenciais ao metabolismo (como as responsáveis pela utilização da energia contida nos alimentos) e de possuir um papel regulador metabólico na função dos nervos periféricos e na transmissão neuromuscular. Apesar do organismo apenas necessitar de quantidades mínimas desta vitamina, ela tem um papel fundamental em diversos mecanismos, tais como: manutenção do tónus dos músculos do estômago, intestinos e coração, transformação de hidratos de carbono em energia, formação de novas células sanguíneas, estimulação da circulação sanguínea, essencial para uma boa função neurológica, promove o apetite, bom funcionamento do sistema nervoso e também indispensável ao crescimento celular. A Vitamina B1 é encontrada em muitos alimentos, incluindo leveduras, grãos de cereais, feijões, nozes e carne. A falta de Vitamina B1 traduz-se em cansaço, irritabilidade, perda da memória e do apetite, perturbações do sono, mal-estar abdominal e perda de peso. 

  • Vitamina B2: Também denominada como Riboflavina, é uma vitamina hidrossolúvel, facilmente absorvida e uma componente importante de 2 coenzimas que são essenciais para a utilização da energia contida nos alimentos. É também indispensável ao crescimento celular (auxilia o crescimento e a reprodução) e tem um papel fundamental na manutenção das mucosas do trato digestivo, na ativação da vitamina B6 e do ácido fólico, no processamento de aminoácidos e gorduras, na formação de hemácias, no bom desenvolvimento e função da pele, na conversão de hidratos de carbono em energia, e na prevenção do aparecimento de cataratas. Pode ser encontrada em certos alimentos como leite, carne, ovos, nozes e vegetais verdes. 

  • Vitamina B3: A carência de vitamina B3 ou Niacina, está associada ao aparecimento de episódios depressivos. Tem um papel importante na saúde das células nervosas, evitando episódios de depressão, ansiedade e insónia, e também um efeito anti-inflamatório que pode ajudar na melhoria de lesões ao nível da cartilagem. Sendo também necessária para libertar a energia dos hidratos de carbono presente nos alimentos, esta vitamina participa no controlo dos níveis de açúcar do sangue, aumenta a energia, é benéfica para o equilíbrio da pele, favorece a circulação sanguínea e ajuda ao bom funcionamento do sistema nervoso e digestivo. 


Enzimas: Bromelaína e Papaína: são biocatalizadores. Tratam-se de substâncias bem definidas, em presença das quais a transformação de uma substância orgânica é desencadeada e acelerada. 

Sais minerais: Sódio, Potássio, Cálcio, Magnésio, Ferro, Fósforo, Manganês, Enxofre, Zinco e Iodo. 

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BIBLIOGRAFIA:

Isabel Araújo, Constança Paúl MM. Viver com mais idade em contexto familiar: dependência no auto cuidado. Rev da Esc Enferm - USP. 2011:869-875. 
Hickson M. Malnutrition and ageing. Postgrad Med J. 2006;82(963):2-8 
Lama LD, Schneider RH. Síndrome de fragilidade no idoso : uma revisão narrativa. Rev BrasGeriatr Geroto. 2014;17(3):673-680. 
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