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Não é só na praia que o sol brilha. Proteja-se sempre!

Não é só na praia que o sol brilha. Proteja-se sempre!

No dia 4 de fevereiro assinala-se o dia Mundial Contra o Cancro, dia este que surgiu como iniciativa da Union for International Cancer Control (UICC). O seu objetivo é sensibilizar a comunidade mundial para esta temática, demonstrando o quão imprescindível é o diagnóstico atempado desta doença, assim como o acesso a tratamento adequado, independentemente dos fatores sociais e económicos do indivíduo. Está cientificamente comprovado que mais de um terço dos cancros pode ser prevenido e que outro terço pode ser curado se for detetado atempadamente e tratado adequadamente. Por isso, mais que nunca, é hora dos países unirem esforços para apoiarem a investigação científica nesta área e garantirem que toda a população, sem exceção, tem direito e acesso a um diagnóstico e tratamento especializado.

O cancro de pele é a neoplasia maligna mais comum nos seres humanos, sendo a sua incidência maior  que a de todos os outros cancros combinados. É um problema de saúde pública premente, transversal a toda a sociedade, englobando todas as etnias, grupos socioeconómicos e demográficos, regiões geográficas, e faixas etárias. A exposição excessiva ou inadequada a raios ultra-violeta (UV) é o fator causal reconhecido mais importante e passível de ser evitado. O diagnóstico tardio dos cancros da pele implica também uma maior morbilidade e mortalidade dos pacientes e tem importante impacto económico nas famílias e na sociedade em geral. Como tal, é importante que, para além de todas as medidas de prevenção a tomar, as pessoas saibam também como detetar precocemente lesões na pele passíveis de malignidade.

Fatores de risco ao aparecimento de cancro de pele

Além da exposição exagerada e desprotegida à radiação UV, existem outros fatores que podem tornar um indivíduo mais predisposto ao aparecimento destas lesões:

  • Idade – o risco aumenta com a idade, devido ao acumular da exposição aos raios UV, uma vez que a pele memoriza os choques térmicos inapropriados a que foi submetida e, mais tarde, frequentemente muitos anos depois, seja por predisposição genética ou por situações de imunossupressão, emergem as referidas lesões neoplásicas;
  • Género – os homens estão mais predispostos ao aparecimento deste tipo de cancro;
  • Fototipo e presença de sinais – a melanina, pigmento cutâneo, tem uma ação fotoprotetora. Como tal, pessoas com menos melanina, ou seja, com pele, olhos e cabelos mais claros, têm um maior risco e estão naturalmente menos protegidas que pessoas mais morenas;
  • Antecedentes familiares – 10% dos melanomas são de origem genética;
  • Profissão – os profissionais que trabalham ao ar livre têm mais risco de desenvolver lesões provocadas pela exposição solar cumulativa;
  • Tabagismo e exposição química a determinadas substâncias, como arsénio, alcatrão e carvão.

Principais lesões pré-cancerígenas ou cancerígenas

Existem dois tipos de cancro de pele: carcinomas e melanomas. Estes surgem devido a alterações celulares provocadas, na maioria dos casos, pela radiação solar e que não são efetivamente reparadas, dando origem a mutações no DNA. A queratose actínica ou celular é precursora do cancro de pele não melanoma, formando-se após uma exposição crónica à luz UV. Esta surge como manchas cutâneas descamativas, ásperas, secas ou com crosta, apresentando uma coloração vermelho-acastanhada. Estão presentes geralmente em pessoas mais idosas nas áreas expostas ao sol como o rosto, pescoço, costas das mãos, orelhas e couro cabeludo. A presença destas lesões aumenta o risco do aparecimento de cancro de pele não melanoma; como tal, devem ser tomadas medidas preventivas e ser consultado o dermatologista sempre que se verifique a sua presença.

O carcinoma, que pode ser do tipo basocelular ou espinocelular, é o tumor maligno mais frequente (mais de 90% dos cancros da pele) e afeta os queratinócitos. Geralmente o carcinoma espinocelular surge sobre uma lesão precursora enquanto o carcinoma basocelular surge como uma nova lesão. Clinicamente no carcinoma basocelular existe um polimorfismo aparente significativo, assumindo aspetos clínicos bastante variados, enquanto o carcinoma espinocelular tem menos variedade de formas clínicas. Este último tem um carácter mais agressivo, desenvolvendo-se mais rapidamente e podendo originar metástases regionais e à distância, embora de propagação lenta. Apesar disso, os carcinomas são pouco invasivos e raramente fatais, sendo facilmente removidos quando detetados precocemente.

 

 

Já o melanoma é um tipo de tumor menos frequente mas mais perigoso, já que tem um grande potencial metastático. Os sinais de alarme são: a presença de uma mancha, pápula ou placa de cor negra que surge em pele aparentemente sã, com tendência para crescer gradualmente ou para sangrar com pequenos traumatismos; a modificação de lesão pigmentada pré-existente, com aumento do diâmetro e da espessura, alteração da cor, sensação de ardor e prurido, sem causa aparente, ou sangramento fácil. O diagnóstico precoce pode significar a cura do tumor, mas o diagnóstico em fases tardias é acompanhado de elevada mortalidade e morbilidade. Como tal, é importante tomar todas as medidas preventivas para evitar o seu aparecimento, como evitar a exposição solar prolongada sem proteção, a realização periódica de um auto-exame e a consulta de um dermatologista, pelo menos, uma vez por ano.

O maior aliado contra o sol

Estudos científicos sugerem que o uso dos protetores solares pode prevenir as lesões ligadas ao fotoenvelhecimento e proteger contra a fotoimunossupressão induzida. Além disso, existem também estudos epidemiológicos que demonstram que a utilização de protetores solares pode prevenir alguns tipos de carcinoma da pele. Para que os protetores solares apresentem as características preventivas enumeradas, bem como eficácia na prevenção das queimaduras solares, estes produtos têm de proteger a pele contra as radiações UVA e UVB, quer através da absorção quer através da reflexão das mesmas.

Atualmente, existem no mercado dois tipos de protetores solares: físicos e químicos. O protetores solares físicos consistem em finas partículas de metais (normalmente o óxido de titânio e dióxido de zinco) que se mantêm à superfície da pele, refletindo e bloqueando a radiação UV. Já os químicos contêm partículas orgânicas que são absorvidas pela pele e que vão absorver os raios solares quando estes penetram nela, libertando-os sob a forma de calor.

 

★ Dica: O Protetor Solar Mineral 50 BIOSUN é um protetor solar físico (com dióxido de titânio e óxido de zinco), com fator de proteção solar muito elevado (FPS 50+), desenvolvido pela Biovip e concebido para ser aplicado tanto no rosto como no corpo. O facto de não conter filtros químicos torna-o mais adequado para peles reativas e alérgicas e confere-lhe uma proteção imediata desde o momento da aplicação, já que não necessita de ser absorvido completamente pela pele. Além disso, contém vários extratos naturais (curcuma, framboesa e cenoura) que lhe conferem propriedades anti-oxidantes e protetoras. O ácido ferúlico, também presente na formulação, além da ação antioxidante e fotoprotetora, tem uma ação demonstrada na diminuição do aparecimento de manchas. De textura fluida, absorção rápida e ação nutritiva, o Protetor Solar Mineral 50 BIOSUN, aliado a uma exposição solar responsável, é o produto ideal para que possa desfrutar dos dias de sol em segurança!

 


Autoria: Beatriz Bonito | Farmacêutica
Referências Bibliográficas →


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