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Zinco

O Zinco é um oligoelemento essencial, o que significa que não é produzido pelo organismo, sendo ne­cessário ingeri-lo na dieta ou através de suplementação alimentar para manter o seu aporte adequado e prevenir doenças inerentes ao seu défice. Este elemento é necessário por aproximadamente 300 enzimas no metabolismo celular - como a superóxido dismutase, com função antioxidante intracelular. Os seus efeitos anti-inflamatórios estão bem documentados e por outro lado, a inflamação, aguda ou crónica, induz alterações metabólicas e fisiológicas deste mineral 1–4.

Tem particular interesse, também, pela sua contribuição para o crescimento, desenvolvimento, cicatrização de feridas, função imune e síntese de colagénio, entre ou­tras funções, não se conhecendo o mecanismo do seu efeito no folículo capilar 5,6.

O Zinco está associado a múltiplos aspetos do sistema imunitário, sendo crucial para o normal desen­volvimento e função das células da imunidade inata. Tem ainda capacidade antioxidante e estabilizadora de membranas, sugerindo um papel na prevenção de danos oxidativos em processos inflamatórios. De facto, estudos apontam para os benefícios da suplementação com Zinco nas doenças infeciosas, reduzindo a in­cidência e duração de diarreias e infeções do trato respiratório inferior como as constipações 6.

A capacidade cicatrizante do Zinco também é bastante reconhecida. Apresentando-se como um aliando importante na cicatrização de tecidos como o epitélio (tecido intestinal, importante cicatrizar em doentes com doença de Crohn), gástrico (tecido do estômago, em doentes com úlceras ou gastrites), tecido pulmonar (importante em fumadores) ou em pessoas pós-cirurgia para promover a cicatrização do tecido invadido. Assim sendo, a suplementação oral com Zinco pode ser benéfica no tratamento de pessoas com úlceras, por potenciar a multiplicação celular 7.

Este mineral também parece ter importância ao nível da visão. A córnea tem a maior concentração de Zinco de todos os tecidos do organismo onde poderá desempe­nhar um papel protetor. Estudos da doença ocular relacionada com a idade (AREDS) concluíram que pacientes suplementados com Zinco apresentam uma redução na probabilidade de desenvolvimen­to de degeneração macular e redução na progressão da doença. Para além disto, a deficiência em Zinco poderá causar cegueira noturna, edema da córnea com possível progressão para opacidade da córnea, assim como conjuntivite seca que poderá progredir para secura ocular (xe­roftalmia) e queratomalácia 8,9.

A deficiência de Zinco é um grande pro­blema para a saúde e afeta o crescimento do cabelo e unhas, sendo que a alopécia se apresenta como sinal de carência deste mineral, com melhorias após suplementação oral 5,10. Para além disto, resulta em sintomas como dermatite, perda de peso, diarreia, infeções e disfunção imunológica, hipogonadismo e problemas de cicatrização de úlceras 7,11.

Estudos mostram que doentes que so­frem de Alzeimer, Esclerose Lateral Amiotrófica, Lesão Cerebral, Depressão, Esquizofrenia e Parkinson apresentam níveis inferiores de Zinco, pelo que, a sua suplementação deve ser tida em conta nestas situações  12.

A suplementação com Zinco também parece reduzir o risco de aterosclerose e proteger contra o enfarte do mio­cárdio e lesão isquémica 7.

Resumidamente, o aporte adequado de Zinco contribui para o normal funcionamento do sistema imu­nitário, para a proteção das células contra as oxidações indesejáveis, para o normal metabolismo dos hidratos de carbono, lípidos e proteínas, para a regene­ração celular e manutenção da pele, cabelo, unhas, visão e ossos normais, para a manutenção de níveis normais de testosterona no sangue e para uma fertilidade, reprodução e função cognitiva normais.

Ingrediente essencial de

Bibliografia

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2. Milanino R, Marrella M, Gasperini R, Pasqualicchio M, Velo G. Copper and zinc body levels in inflammation: An overview of the data obtained from animal and human studies. Agents Actions. 1993:195-209. doi:10.1007/BF01998974
3. Sahebari M, Ayati R, Mirzaei H, et al. Serum Trace Element Concentrations in Rheumatoid Arthritis. Biol Trace Elem Res. 2016. doi:10.1007/s12011-015-0501-6
4. Xin L, Yang X, Cai G, et al. Serum Levels of Copper and Zinc in Patients with Rheumatoid Arthritis: a Meta-analysis. Biol Trace Elem Res. 2015. doi:10.1007/s12011-015-0325-4
5. Goldberg LJ, Lenzy Y. Nutrition and hair. Clin Dermatol. 2010;28:412-419. doi:10.1016/j.clindermatol.2010.03.038
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12. Portbury SD, Adlard PA. Zinc signal in brain diseases. Int J Mol Sci. 2017. doi:10.3390/ijms18122506

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